Resumo rápido
A Acta é a IA para Comunicação Interna da Comunitive: uma agente especializada em CI e engajamento que entende o contexto da sua organização, planeja as iniciativas, executa as ações dentro da própria plataforma e analisa os resultados. Toda execução passa pela sua aprovação.
Conheça a Acta e agende uma demonstração.
Abaixo: por que ela foi criada, como funciona na prática e onde termina o trabalho dela.
A Comunicação Interna nunca foi tão cobrada por resultados estratégicos. Fortalecer a cultura. Dar clareza à estratégia. Apoiar mudanças de comportamento. Engajar lideranças. Provar impacto para o negócio.
E existe uma contradição no centro disso: enquanto a responsabilidade da área se torna cada vez mais estratégica, a rotina continua presa à operação.
O Employee Communications Report 2026, da Gallagher, mede essa distância com precisão desconfortável: 73% dos profissionais de Comunicação Interna querem atuar como parceiros estratégicos do negócio. Apenas 18% dizem conseguir fazer isso de forma consistente.
No Brasil, a pesquisa Tendências da Comunicação Interna 2026, da Ação Integrada com a Aberje, ouviu 140 empresas e mostrou onde o tempo está: a cada dez horas de trabalho, menos de duas ficam disponíveis para planejamento, escuta e mensuração. O resto vai para canais, campanhas, eventos e materiais.
Nada disso é falta de ambição ou de competência. É uma questão de desenho do trabalho. Planejar uma campanha é só o começo. Depois vêm textos, imagens, adaptações por público, segmentações, configurações, aprovações, publicações, atualizações, acompanhamento e análise.
Nos últimos dois anos, a Comunitive conversou com mais de 1.800 profissionais de Comunicação Interna. Um padrão se repetiu em praticamente todas as conversas: falta menos estratégia do que tempo para executá-la.
E a pergunta que saiu dessas conversas é a que este artigo responde: como devolver tempo estratégico para quem faz Comunicação Interna?
A tarefa acelerou. A operação permaneceu.
A Inteligência Artificial chegou prometendo exatamente essa solução, e chegou rápido. O mesmo estudo da Ação Integrada e da Aberje mostra que 73% das áreas de Comunicação Interna já usam IA e que, entre quem percebe benefícios, 95% citam a economia de tempo como principal ganho.
Os ganhos são reais. Uma IA generativa escreve, resume, revisa, pesquisa e adapta conteúdo em segundos. A página em branco deixou de ser um obstáculo.
Mas, depois que a resposta chega, alguém ainda precisa fazer o trabalho acontecer. Configurar a campanha. Criar a página. Segmentar os públicos. Publicar nos canais. Ativar a mecânica de engajamento. Atualizar informações. Extrair os dados. Interpretar os resultados. E reconstruir tudo de novo na próxima campanha.
É por isso que dá para economizar tempo em dezenas de tarefas isoladas e, ainda assim, terminar o dia sentindo que a operação ocupou tudo.
E esse limite não é um defeito das IAs genéricas. Elas foram criadas para servir a praticamente qualquer contexto: um profissional de CI, um advogado, um programador, um estudante… Essa amplitude é a maior virtude delas. Mas é também o motivo pelo qual você ainda precisa fazer tanta coisa ao redor: ela não conhece a cultura da sua empresa, nem seus públicos, nem a governança, nem o histórico das campanhas. E não está conectada ao lugar onde a comunicação acontece.
Ela ajuda a resolver uma tarefa. Não assume o fluxo.
Os cinco níveis de maturidade em IA na Comunicação Interna
Maturidade em IA não é usar mais ferramentas. É quanto do trabalho a IA consegue efetivamente assumir. Essa é a escala que usamos para orientar a conversa:
| Nível | O que a IA assume | Exemplo |
|---|---|---|
| 1. Texto | Gera uma peça de conteúdo | Escrever um comunicado, resumir um documento, ajustar o tom |
| 2. Tarefa | Conclui uma entrega com começo, meio e fim | Receber um objetivo, considerar públicos e criar todas as versões necessárias |
| 3. Fluxo | Conecta etapas de um mesmo processo | Planejar, produzir, configurar e publicar sem transporte manual de contexto |
| 4. Ciclo completo | Integra planejamento, execução e análise | Acompanhar o que aconteceu e trazer o resultado de volta para a operação |
| 5. Melhoria contínua | Usa o resultado de uma iniciativa para melhorar a próxima | A operação deixa de começar do zero a cada campanha |
A maior parte do uso de IA em Comunicação Interna hoje está concentrada no primeiro nível: geração, revisão e adaptação de conteúdo.
O mercado já percebeu que existe um próximo passo. Segundo o levantamento da Ação Integrada e da Aberje, 23% das empresas já usam agentes de IA, 20% estão em piloto e 39% planejam adotá-los nos próximos dois anos. Mas apenas 9% consideram suas equipes realmente preparadas para isso.
A razão é simples: quanto mais alto o nível, maior a exigência. Para gerar um texto, bastam um bom modelo e um bom prompt. Para assumir uma tarefa, participar de um fluxo e contribuir para a melhoria contínua, a IA precisa saber onde está, com quais informações pode trabalhar e ter capacidade de agir dentro daquela operação.
O que é a Acta, a IA para Comunicação Interna da Comunitive
A Acta é a agente de Inteligência Artificial da Comunitive especializada em Comunicação Interna e engajamento de colaboradores. Ela entende os objetivos, o contexto e os dados da sua organização para planejar, executar e analisar iniciativas completas dentro da própria plataforma.
Ela não foi criada para conversar sobre Comunicação Interna. Nem para ser mais uma ferramenta onde você pede um texto e recebe uma resposta. Foi criada para fazer a Comunicação Interna acontecer: assumindo parte do trabalho operacional para ampliar a capacidade de quem precisa pensar estratégia, cultura, pessoas e resultados.
A Acta assume a operação. O humano lidera.
As cinco bases que permitem à Acta assumir trabalho
1. Contexto real da organização
A Acta trabalha a partir do contexto real de públicos, canais, segmentos, conteúdos, campanhas, comportamento dos colaboradores e objetivos de negócio da empresa que já existem na Comunitive. Você não precisa reconstruir o cenário a cada nova tarefa.
2. Especialização em Comunicação Interna
Ela foi criada especificamente para Comunicação Interna e engajamento. A especialização reúne conhecimento da área, as mecânicas que de fato geram participação e a experiência acumulada pela Comunitive em oito anos de operação, com mais de 400 empresas atendidas, em mais de 20 segmentos e 20 países.
3. Integração com o ambiente onde o trabalho acontece
A Acta está dentro da própria Comunitive, conectada ao lugar onde públicos, campanhas, canais, engajamento, reconhecimento e dados já estão reunidos. Isso elimina boa parte do transporte manual de contexto, conteúdo e decisões entre ferramentas.
4. Execução
Ela vai além de sugerir. Produz textos e imagens, cria páginas, comunicados, desafios, recompensas, emblemas, rankings, segmentações, atualiza bases de colaboradores e executa diversas outras ações dentro da plataforma e para canais conectados como e-mail, Microsoft Teams, Slack, push notification, entre outros.
5. Aprendizado acumulado
Cada novo ciclo considera o que aconteceu antes. Resultado e histórico viram repertório para a próxima decisão: o que significa que quanto mais a Acta é usada, mais afiada fica sua atuação naquela empresa específica.
Contexto → Especialização → Integração → Execução → Aprendizado. E o aprendizado volta a alimentar o contexto do próximo trabalho.
Como a Acta funciona na prática
Existem dois jeitos de usar a Acta, e a distinção entre eles importa.
Do objetivo à execução, de uma vez só. Você não precisa chegar com a estratégia pronta nem com um prompt elaborado. Pode chegar com o que precisa resolver:
“Precisamos aumentar a adesão ao treinamento obrigatório de segurança entre os profissionais da Manutenção.”
A partir desse único pedido, a Acta monta o briefing, estrutura o plano e, depois da sua aprovação, executa as ações dentro da plataforma.
Ou um momento de cada vez. Você não precisa acionar um ciclo completo para tirar valor dela. Cada um dos seis momentos abaixo funciona de forma independente: dá para pedir só uma análise de público numa terça-feira de manhã, só um banner para uma campanha que já está de pé, só a atualização de uma base a partir de uma planilha, ou só o relatório do trimestre.
São, ao mesmo tempo, as etapas de um ciclo e seis ajudas isoladas para o dia a dia. Você decide o quanto entrega para ela de cada vez.
1. Conhecer o público
A Acta consulta as informações disponíveis na plataforma para ajudar você a entender o cenário. E aqui a lógica muda: em vez de começar exportando dados, montando filtros e cruzando planilhas, você começa pela pergunta que quer responder.
“Como se comporta o engajamento do time de Manutenção ao longo da semana?”
“Quais formatos geraram mais adesão nesse público no último ano?”
“Quem não acessa a plataforma há mais de 30 dias?”
“Quais os setores que menos engajam em treinamentos obrigatórios?”
Não é só “quantas pessoas acessaram”. São padrões, diferenças entre públicos e comportamentos que orientam uma decisão.
2. Planejar
A Acta ajuda você a criar planos completos, seja por um objetivo de negócio, como:
“Quero aumentar a adesão ao treinamento de segurança nos times operacionais.”
De uma data ou de um ciclo do calendário:
“Monte a campanha de Setembro Amarelo.”
“Crie o plano de Comunicação Interna do próximo trimestre.”
Ou de uma ação específica da rotina:
“Como reengajar as pessoas que não acessam a plataforma há 30 dias?”
Em nenhum desses casos você precisa chegar com a solução pronta. Pode chegar com o problema, e a Acta devolve uma estratégia estruturada: qual é o objetivo, quais públicos precisam ser mobilizados, que ações fazem sentido para cada um, quais conteúdos e mecânicas sustentam a participação, em que sequência e por quais canais.
E ela não parte de um modelo genérico de campanha. Parte do que já existe na sua operação: o que funcionou antes com aquele público, quais formatos geraram mais adesão, onde o engajamento costuma cair.
Você avalia, ajusta, corta o que não faz sentido para a realidade da empresa e decide o que avança.
A Acta não substitui a sua estratégia. Ela reduz o esforço necessário para transformá-la em um plano executável.
3. Criar
Criar, aqui, não significa apenas escrever um comunicado. A Acta pode produzir uma página para a campanha, um banner de Segurança no Trabalho, um emblema para reconhecer quem concluiu o treinamento, um desafio gamificado ou peças diferentes para públicos e canais distintos.
Quando vem de um plano, a criação já parte do objetivo e do público definidos antes. Mas também funciona avulsa: se você só precisa de um comunicado, um desafio, uma imagem ou qualquer outro elemento para uma ação que já está rodando, é só pedir.
4. Executar dentro da Comunitive
É aqui que a diferença para uma IA genérica fica mais evidente. A Acta cria e configura os recursos diretamente na plataforma:
“Crie e agende o comunicado de abertura da campanha.”
“Configure uma trilha de onboarding de 90 dias.”
“Atualize a base de colaboradores de acordo com este arquivo.”
“Altere a pontuação desses desafios.”
Repare que várias dessas ações não têm nada a ver com campanha: atualizar uma base a partir de um arquivo ou corrigir a pontuação de um desafio são tarefas soltas que consomem tempo e que você pode simplesmente delegar.
Antes de executar, a Acta apresenta um plano com o que entendeu e pretende fazer. Você confere, valida, pede ajustes e só então a ação avança.
Você continua tomando a decisão. A Acta reduz o trabalho entre a decisão e a execução.
5. Analisar e provar impacto
Os dados não precisam terminar em um dashboard. Você pergunta:
“Qual foi a taxa de conclusão do treinamento por departamento?”
“Quais assuntos foram mais discutidos nos últimos 14 dias?”
“Quais os horários e dias da semana em que a geração Z mais consome nossos conteúdos?”
“Gere um relatório do trimestre para eu apresentar ao CEO.”
Isso muda a conversa da Comunicação Interna com a liderança. Em vez de chegar com “a campanha teve bastante interação”, você chega com uma leitura clara sobre o que aconteceu, com quem, onde houve resultado e onde ainda existe oportunidade.
6. Evoluir a partir do aprendizado
A publicação não é o fim. Resultados e histórico ajudam a responder: o que funcionou? O que repetir, ajustar ou evitar? Que formato mobiliza melhor cada público?
“Quais padrões aparecem nas ações que mais engajaram no último ano?”
“Por que a última campanha teve um desempenho abaixo das anteriores?”
Assim, a próxima campanha começa do que a organização já aprendeu, e não da estaca zero.

Acta e IA genérica: qual é a diferença na prática
Ferramentas como ChatGPT e Copilot resolvem bem um problema: escrever mais rápido. O que elas não fazem é operar dentro do contexto real de uma empresa.
| Critério | IA genérica | Acta |
|---|---|---|
| Especialização | Conhecimento amplo e generalista | Nativa em Comunicação Interna e engajamento |
| Contexto da organização | Precisa ser fornecido a cada interação | Usa o contexto já disponível na Comunitive |
| O que entrega | Uma resposta ou recomendação | Campanha completa configurada na plataforma |
| Onde termina o trabalho | No texto pronto; o resto é manual | No plano revisado, materiais criados e configurações realizadas |
| Fluxo de trabalho | O resultado precisa ser transportado para outra ferramenta | Planejamento e execução no mesmo ambiente |
| Aprendizado | Depende do contexto informado a cada vez | Histórico e resultados orientam os próximos ciclos |
Uma IA genérica ajuda você a fazer. A Acta foi criada para fazer a operação avançar.
Some a isso um território que hoje quase ninguém ocupa: a combinação de Comunicação Interna, gamificação e execução por IA nativamente dentro da mesma plataforma.
De 1h30 para 10 minutos: o case da Acta na Leo Madeiras
A Leo Madeiras, que conta com cerca de 2,5 mil colaboradores entre administrativo, lojas, indústria e logística, foi uma das empresas que usaram a Acta durante o beta.
/ci

“A Acta mudou muito a nossa forma de trabalhar.
— Neto Cerasi – Head de Endomarketing na Leo Madeiras
Hoje conseguimos executar em 10 minutos atividades que antes levavam uma hora e meia. Antes de executar uma ação, ela apresenta um plano para validarmos se entendeu corretamente o que queremos fazer. Isso traz muita segurança para o processo.
A grande diferença para uma IA genérica é que ela já conhece os nossos dados, o nosso contexto e entende o Universo Leo.
E a parte analítica é fenomenal. No fim, ela tira um trabalho operacional muito grande das nossas mãos e dá um respiro para o time.”
O benchmark da Comunitive com clientes beta apontou economia de até 89% do tempo operacional nas atividades apoiadas pela Acta.
Mas o resultado mais importante não é produzir mais. É colocar mais iniciativas de pé sem aumentar a sobrecarga e recuperar espaço para o time pensar, escutar, analisar e articular.
O que muda para o profissional de Comunicação Interna
A transformação não está em uma funcionalidade isolada. Está no que se torna possível quando o operacional deixa de ocupar quase toda a energia da área.
Mais tempo para pensar.
Menos energia consumida por configuração, formatação e transferência de informação entre ferramentas.
Mais capacidade de entrega.
O time coloca mais iniciativas de pé sem transformar cada nova demanda em sobrecarga.
Mais autonomia para fazer acontecer.
Menos dependência de processos manuais, suporte ou outras áreas para a operação avançar.
Mais inteligência para decidir.
Contexto, dados e histórico ajudam a entender o que funciona, o que não funciona e por quê, com cruzamentos que antes exigiriam horas.
Mais força para provar impacto.
Perguntas em linguagem natural e relatórios acessíveis transformam dados em argumento para a liderança.
Mais espaço para atuar estrategicamente.
Sair um pouco do papel de quem recebe pedidos e ganhar espaço para priorizar, orientar, influenciar e conectar a Comunicação Interna aos objetivos do negócio.
No fim, não se trata de fazer o mesmo trabalho mais rápido. Trata-se de mudar onde o profissional de Comunicação Interna coloca sua energia.
A Acta substitui o profissional de Comunicação Interna?
Não.
Existe uma parte desse trabalho que a tecnologia pode executar. E existe outra que continua profundamente humana. Nossa proposta é colocar cada uma no lugar em que gera mais valor.
| A Acta assume | O profissional lidera |
|---|---|
| Organizar e analisar informações | Compreender pessoas e relações |
| Recomendar planos e próximos passos | Ler o contexto e interpretar nuances |
| Criar e configurar ações na Comunitive | Construir confiança |
| Identificar padrões nos dados | Influenciar lideranças |
| Executar tarefas repetitivas | Orientar cultura e mudança |
| Apoiar ciclos de melhoria | Decidir e assumir responsabilidade |
Uma IA não entra em uma reunião difícil e constrói confiança com uma liderança. Não entende sozinha as nuances políticas de uma transformação. Não decide qual mudança cultural uma empresa precisa liderar, nem quais batalhas valem a pena ser travadas.
Perceber que uma unidade tem forte adesão dos colaboradores mas baixo engajamento da liderança, e decidir o que fazer a partir disso, é leitura humana. Não é tarefa de IA.
Enquanto a Acta assume a operação, o humano ganha espaço para liderar.
Como a Acta protege os dados da organização
Para atuar com contexto, públicos e dados reais, segurança não pode ser um complemento. Precisa fazer parte da arquitetura.
- Cada organização possui um ambiente isolado.
- Dados e conteúdos não são compartilhados entre empresas.
- Interações e informações da organização não são usadas para treinar os modelos de IA.
- Privacidade e conformidade com a LGPD fazem parte da arquitetura do produto.
- Permissões granulares limitam o acesso conforme o papel de cada pessoa.
- Toda execução passa por validação humana antes de acontecer.
Velocidade sem abrir mão da governança que a Comunicação Interna precisa ter.
Perguntas Frequentes sobre a Acta
O que é a Acta?
A Acta é a agente de Inteligência Artificial da Comunitive especializada em Comunicação Interna e engajamento. Ela entende o contexto da organização, planeja estratégias, executa iniciativas dentro da plataforma e analisa os resultados.
Qual é a diferença entre uma IA para Comunicação Interna e o ChatGPT ou outras IAs genéricas?
IAs genéricas normalmente entregam uma resposta para você executar. Uma IA para Comunicação Interna como a Acta opera de forma nativa na Comunitive: acessa o contexto disponível da organização e cria, configura e executa os recursos suportados dentro da plataforma.
O que a Acta consegue executar?
Campanhas completas, páginas, comunicados, textos, imagens, banners, notificações push, pop-ups, e-mails, comunicações via Slack e Microsoft Teams, desafios gamificados, categorias, recompensas, emblemas e segmentações.
O que a Acta consegue analisar?
Ela responde em linguagem natural a perguntas sobre públicos, engajamento, ações, comportamentos e resultados de campanhas, cruzando os dados disponíveis, gerando gráficos quando necessário e sugerindo próximos passos. Também organiza relatórios para apresentação à liderança e gera insights valiosos
Preciso usar a Acta para uma campanha inteira?
Não. Ela funciona nos dois formatos. Você pode entregar um objetivo completo e deixar que ela faça o briefing, o plano e a execução mediante aprovação, ou acionar apenas um momento isolado: pedir só uma análise de público, só um banner, só a atualização de uma base ou só um relatório para a liderança.
Preciso saber escrever prompts para usar a Acta?
Não. Você começa descrevendo em linguagem natural o objetivo que quer alcançar. A Acta interpreta a intenção, considera o contexto disponível e recomenda um plano para validação.
A Acta executa ações sem aprovação?
Não. Em todas as ações ela apresenta previamente o que pretende executar. Você revisa, solicita ajustes e autoriza o avanço. Nenhuma campanha vai ao ar sem aprovação.
Os dados da empresa são usados para treinar modelos de IA?
Não. As interações, os conteúdos e os dados da organização não são usados para treinar modelos de IA nem compartilhados com outras empresas.
A Acta está disponível para empresas que não usam a Comunitive?
Não. A Acta faz parte da plataforma Comunitive. Seus recursos de contexto, execução e análise dependem do ambiente em que os públicos, as campanhas e os dados já estão reunidos.
A Acta substitui o profissional de Comunicação Interna?
Não. Ela assume o trabalho operacional de estruturar e executar campanhas. A definição do objetivo, a validação da estratégia e do conteúdo e a decisão final continuam sendo suas.
A próxima evolução da IA é fazer a Comunicação Interna acontecer
A primeira onda da Inteligência Artificial ajudou a Comunicação Interna a produzir. Escrever ficou mais rápido. Pesquisar ficou mais rápido. Resumir ficou mais rápido.
Mas o próximo salto não está em produzir mais conteúdo.
Está em reduzir o esforço necessário para transformar uma decisão em ação — e uma ação em aprendizado para a próxima decisão.
Foi essa evolução que orientou a criação da Acta: uma IA para Comunicação Interna especializada, integrada ao ambiente onde o trabalho acontece e criada para ampliar o impacto de quem faz CI.
Menos operação. Mais impacto.
Quer ver a Acta trabalhando em um desafio real da sua Comunicação Interna?
Traga um objetivo da sua empresa e veja como a Acta pode transformá-lo em plano, conteúdo, execução e análise dentro da Comunitive.








